domingo, 21 de fevereiro de 2010
LÉ-RI-BI
..::Sempre gostei de usar lápis::..
Sempre gostei de poder reescrever sem ter que riscar. É fácil passar borracha.
Meu coração é escrito à lápis. Apago nomes, escrevo outros, apago e reescrevo. Quantas vezes eu quiser.
Sempre achei que meu coração não falava comigo, que não me obedecia, que não me queria. Quanta bobagem. Na verdade eu escrevo sem perceber, e apago sem querer.
O coração é meu e de mais ninguém. Sofrer não é desculpa de não controlar...é desculpa de não saber que pode apagar, porque quando a gente quer... a gente apaga.
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quando leio algo do gênero, sinto que ainda não estou velho... pois também não gosto da rigidez da tinta.
ResponderExcluirPrefiro os "degradês" do carvão, ou giz, contanto que neles eu consiga expressar as tantas tonalidades do que sou e do que sinto... realmente, as vezes passo uma pequena borracha, para alinhar os contornos, mas, mantenho sempre o traço firme do que sou.
Mion
"De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele estará mais afiado."
ResponderExcluirÉ sempre bom no final do dia chegar em casa e ver sobre a mesa um papel em branco, lapis e borracha. É sinal que o dia foi proveitoso e um novo dia vira...
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