Ando há alguns dias a tentar esquecer(-me), a tentar evitar(-me), a tentar apagar(-me). A tentar, dizia eu.
Não sei onde me perdi ao longo de todo o processo, não sei que comboios não apanhei, não sei já muito bem o que se passa. Comigo. Contigo. À nossa volta.
Tenho saudades de outros tempos, talvez porque sejam outros e não estes. Acredito que em futuros tempos tenha saudades destes, embora suspire pelos outros. A segurança que me dá, esta eterna voltinha à volta do mesmo deixa-me hoje irritada, com vontade de quebrar o círculo. Mas este sentimento é revoltantemente incluído e esperado neste ciclo.
Não sei bem o que sinto. Sinto-me cansada. Muito cansada. Sinto que era capaz de dormir uma semana inteira. Tenho saudades de acordar com vontade de viver, sem me arrastar.
Não sei onde me perdi ao longo de todo o processo, não sei que comboios não apanhei, não sei já muito bem o que se passa. Comigo. Contigo. À nossa volta.
Tenho saudades de outros tempos, talvez porque sejam outros e não estes. Acredito que em futuros tempos tenha saudades destes, embora suspire pelos outros. A segurança que me dá, esta eterna voltinha à volta do mesmo deixa-me hoje irritada, com vontade de quebrar o círculo. Mas este sentimento é revoltantemente incluído e esperado neste ciclo.
Não sei bem o que sinto. Sinto-me cansada. Muito cansada. Sinto que era capaz de dormir uma semana inteira. Tenho saudades de acordar com vontade de viver, sem me arrastar.

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